Memórias Perdidas 4/4

zumbis

Dia 4

 

Meu ferimento piorou, então decidimos começar a viagem para o Onofre Lopes, antes disso tudo era questão de minutos, hoje é caso de vida ou morte. Decidimos descer o telhado pela casa lateral, tinha dois daqueles demônios, mas em silêncio demos um jeito neles. Engraçado, Priscila não grita mais, não sei o que pensar sobre essa garotinha, mas precisamos ir. A rua de trás parecia tranquila, mas que merda, um surgiu no meio dos carros, o Magro ficou nervoso e foi mordido, que merda, tinha algo nos olhos daquele monstro, ele estava escondido atrás do carro e saiu na hora certa de pegar o Magro e Ricardo mais uma vez não fez nada. Mesmo com dores, matei o bicho, quando olho para cara do safado do Ricardo tenho vontade de resolver a vida dele e a minha, mas eu e o Magro estamos feridos e precisamos desse fi de quenga.

Mesmo com os ferimentos, conseguimos correndo chegar ao Onofre Lopes, entramos por uma das entradas laterais, vedamos o portão e conseguimos nos livrar de uma dezena de monstros. Eu e o magro, feridos, valemos mais que o fdp do Ricardo inteiro, porque que ele não foi mais o gordo? Então decidimos entrar no hospital.

Pela porta da frente? Que ideia massa, Magro, mas não temos escolha. Entramos, o Magro sai com seu facão cortando os zumbis, um deles está prestes a mordê-lo, puxo a arma e disparo, sabendo que posso ter assinado a nossa sentença de morte. Priscila grita ao ouvir o estampido, monstros aparecem no fim do corredor, tiros e mais tiros, matamos os que estão em nossa frente e avançamos prédio adentro, dá para ouvir os grunhidos dos que estão vindo atrás de nós, em nosso caminho alguns aparecem, ao fim do corredor uma sala, que merda, está fechada. Lá vem eles, mais alguns tiros e as balas acabam, olho nos olhos dos meus amigos, agora tenho uma faca em minhas mãos, o suor escorre, limpo o rosto e me dou conta que nesse prédio tem luz, eram quatro, e agora parecem ser dez cambaleando pelo corredor e mais aparecem. O cagão do Ricardo já está rezando. Uma porta se abre, rapidamente entramos.

Era um laboratório que ainda funcionava devido a um gerador e nele estava o doutor Emiliano. Ele cuidou dos nossos ferimentos e amputou o braço do Magro. Enquanto isso eu andei pelo laboratório e achei em uma sala alguns monstros presos em macas, caramba, que merda esse médico está fazendo aqui? Corro até ele e pergunto.

– Doutor, o que o senhor está fazendo aqui?

– Eu descobri um patogênico que retarda o processo de transformação das células.

Leia Dia 1

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Um comentário sobre “Memórias Perdidas 4/4

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