Fanhunter

Eu acho que já devo ter falado um bocado deste RPG em pelo menos meia dúzia de posts, mas nunca cheguei a me aprofundar. Bom, isso agora vai mudar.

Intitulado “O Jogo de RPG Épico-Decadente”, Fanhunter é baseado nas tirinhas de Cels Piñol — um desenhista e roteirista de quadrinhos espanhol, autor da série original, que começou sua vida em fanzines e migrou para séries tradicionais de quadrinhos, álbuns de luxo e finalmente (o ápice da evolução narrativa) jogos de RPG.
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Inatividade Morosa

Caramba, finalmente notei que o que mais movia este blog eram as sessões de jogo, que já há alguns meses, estão em animação suspensa. Tentei um retorno, mas foi precipitado. Mas já descobri que não preciso jogar para escrever (gênio!). Assim, devem rolar resenhas, causos, idéias, fichas, campanhas e sei-lá-o-que-mais por aqui e no Dungeons&D6s, meu outro blog de Dungeon Fantasy.

Só pra constar.

Fate, meu destino é jogar

Na época em que tive meu primeiro contato com Fate, eu não era um entusiasta das idéias — então inovadoras — dos RPGs independentes, que pregavam, entre outras coisas, mecânicas para se jogar sem dados, sem fichas, sem narrador… Para mim tudo isso era uma heresia. Na minha cabecinha, jogar RPG era uma coisa de rolar dados, ter um mestre à frente dos jogadores ditando cada reação do universo em que seus personagens viviam, cada mínimo detalhe ao seu redor enquanto colocava suas palavras (verdade sagrada, irmãos, a palavra do Mestre) na boca dos NPCs criados criteriosamente de maneira a preencher os buracos narrativos deixados pelos desleixados jogadores, que não tinham nenhum respeito pelo trabalho do Mestre — manter o maquinário de um universo em sua mente — apenas para aqueles filisteus saírem por ele matando e pilhando como se não houvesse um amanhã (bom, para alguns deles certamente não haveria). Continue lendo