GHOST/ECHO

Ghost/EchoPelo Twitter, o Gabriel veio me avisar: Ghost/Echo. Um RPG gratuito de duas páginas que consegue ao mesmo tempo ser absurdamente enigmático e fuderoso. Graficamente, ele já começa bem, com um visual tecno-avant-garde enxuto e dinâmico, que destaca as características (ou seriam sugestões? Não, espere — é melhor insinuações) narrativas mais importantes, como pessoas, locais, criaturas e tesouros do universo de jogo. Mas onde? Por quê? Como?

Ele não responde. Ele pede que você complete os espaços vazios com sua imaginação, e meus amigos, estes espaços vazios são grandes. Maiores que a quantidade de perguntas sem responder durante a terceira temporada de Lost, ou que os furos de roteiro em Transformers 2. Mas talvez seja isso que faça esse RPG indie tão interessante. Os personagens parecem ser pessoas com a habilidade especial de acessar ou penetrar o Ghost World (mundo fantasma, seja lá o que isso queria dizer), onde eles aparentemente — entre outras coisas — procuram por tesouros que só existem ali. Continue lendo

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I Encontro Lúdico do IFRN Cidade Alta

Nosso anfitrião!

Embora pareça um título de evento muito longo, garanto que não é. Deve haver pelo menos uma dúzia de eventos ligados à otorrinolaringologia que são bem mais compridos. Enfim: cheguei um bocadinho atrasado, tinha planejado aparecer por lá no mais tardar às 14:00h, mas acabei entrando no local apenas às 15:10h. Mas fui bem-recebido na porta pelo digníssimo mestre Franciolli e pelo sempre hospitaleiro Tendson, senhor de todos os board games que existem sobre a Terra. Na primeira impressão, vi poucas mesas de RPG (apenas duas, na verdade), mas muita gente jogando, de jogos de tabuleiro a jogos de carta (e não, não estou falando de baralho). Continue lendo

Guerra nas Estrelas: Comando Rebelde, elenco principal

Bom, sem mais delongas, aqui está o pessoal que está metido com aquela galera da Aliança:

Jared Magre: aos vinte e poucos anos, Jared é filho de um jedi consular que desapareceu durante as Guerras Clônicas. Ele ainda está incerto quanto à sua participação no comando, mas depois dos primeiros sucessos infiltrando-se com “a galera” na universidade em Procopia, ele parece mais promissor que nunca.

Triziana Say: de adepta sith por correspondência a piloto comercial interestelar e guerrilheira rebelde parece um salto e tanto para esta Zabrak que tenta descobrir os mistérios sobre o passado da sua mãe, e que apenas um outro jedi pode explicar. Até agora não apareceu nenhum, mas ela é paciente e perseverante.

Hallana Quel-Gi: mercenária escrota do quinto dos infernos da galáxia com um cargueiro espacial ligeiramente menor que um Blockade Runner e uma tripulação que parece uma mistura dos Trapalhões com o setor de almoxarifado de um órgão de serviços públicos. Tem a mania irritante de puxar seus sabres de luz sith (lembrança do avô também contrabandista) sempre que se sente insegura sobre a capacidade de mandar seus inimigos pro outro lado da Força com seu blaster.

Leh’ath (Slice) VerlsKhel: se os Comandos Imperiais fossem a CIA, este Twi’Lek seria com certeza da Al-Qaeda. Treinado pelo Império como insurgente profissional, ele decidiu deixar a vida de agente duplo para trás e terminar de %$#@! com a vida do Império nos dois expedientes. Sério, profissional e talvez só um pouco mais sisudo que o normal quando Triz e Hallana fazem coisas que deixam o cabelo de qualquer um branco. Sorte que ele não tem cabelo.

Dass Kasra Artis: piloto imperial, oficial especialista em primeiro contato com civilizações alienígenas. Profissional, controlado e amável. Ou era, até que o Império explodiu o planeta onde estavam sua mulher e filho. Oops. Corta para piloto de caça frio e calculista, com uma lista de extermínio de caças TIE maior que o nome de família de um Hutt. Bom, pelo menos não faltam soldados do Império para dar cabo.

Derek Okai: até outro dia ele achava que estava tudo bem — ia combater os inimigos da República como parte do Grande Exército de Clones e… como assim, “já se passaram vinte anos”?! E o treinamento de guerreiro mandaloriano? Cadê os Jedi? Como assim, “fale baixo”? A vantagem é que ninguém acredita que um garoto de 16 anos de idade possa ter o conhecimento acumulado de gerações de uma raça de mercenários tão eficientes que até o Sith os contrataram para lutar contra os Jedi.

Tem alguns coadjuvantes, alguns inimigos, aliados, robôs e espaçonaves, mas fica pra outro post.

GURPS: Lite, Microlite e Ultra-Lite

Existe uma versão de GURPS (4ª edição, embora ela também existisse na 3ª) chamada GURPS Lite, que é na verdade, GURPS — mas sem algumas centenas de páginas de regras, vantagens, desvantagens, perícias e modificadores. Ou seja, apenas os elementos mais básicos do sistema, que permitem a você fazer uma campanha universal e genérica (dentro de certas limitações) após algumas poucas páginas de leitura. Não, não é complicado. Uma dúzia de perícias, vantagens e desvantagens, alguns equipamentos e armas e voilá: sua campanha está pronta. Continue lendo