Guerra nas Estrelas: Comando Rebelde, Sessão 0 e 1

No retorno dos Sábados One More Time, uma palavra-chave para nossas sessões de jogo habituais após um longo inverno de incompatibilidade de dia e horário entre os membros do grupo, temos uma nova campanha, de Guerra nas Estrelas (ambientada durante os eventos de O Império Contra-Ataca), e que utiliza Risus como sistema.

O grupo é composto de recrutas ecléticos (para dizer o mínimo), que farão parte de uma unidade de comandos – tropas especiais – especializada em ataques cirúrgicos contra o império. Como é de praxe em uma campanha de Guerra nas Estrelas, a presença de dróides e naves espaciais é constante, e no caso de alguns personagens, parte integrante de suas fichas.

A primeira sessão (sessão zero, pois tratava-se de um prólogo), reuniu os personagens em um encontro no espaço profundo, onde o Crusador Mon Calamari Liberator e sua escolta de Fragatas Nebulon B aguardavam a chegada das naves de transporte com os primeiros candidatos às novas tropas especiais da aliança. Mas foram surpreendidos com a saída súbita de uma força-tarefa imperial do hiperespaço, fazendo chover Tie-Fighters e Tie-Bombers na área. Três Destróiers classe Victory II e um classe Interdictor – que impedia que os rebeldes fugissem pelo hiperespaço complementavam o ataque. Os personagens rapidamente tomaram o controle de X-Wings e Y-Wings que estavam dando moleza no hangar e foram auxiliar a escolta de caças rebeldes que já combatiam os Ties.

Um dos personagens, um piloto especialista em comunicações e data slicer (a versão Guerra nas Estrelas do hacker) conseguiu roubar as assinaturas eletrônicas de alguns Tie-Fighters e as usou para camuflar um grupo de Y-Wings que rapidamente atacaram o Interdictor, derrubando seus escudos e danificando seu hangar, permitindo que a frota aliada fugisse da emboscada.  Um dos personagens, um ex-piloto imperial, foi também peça-chave para atacar os pontos fracos da da esquadrilha do Império.

Posteriormente (na sessão 1, hoje), eles se reagruparam no Liberator e foram levados para um planeta inóspito, próximo da borda da Galáxia, onde passaram por extenuantes quatro semanas de treinamento nos procedimentos, técnicas e equipamentos dos comandos rebeldes  e foram designados para trabalhar em conjunto no Setor Tapani, onde a atividade imperial é mínima, e há grandes possibilidades de conseguir poderosos aliados, tanto a nível político como financeiro.

Uma vez lá, eles conseguiram iludir a alfândega imperial, os fiscais do sistema, descolaram um serviço de transporte e ainda fizeram uma graninha levando uma noiva fugitiva (da nobreza local) de volta ao seu casamento. Esta última parte em especial, foi divertida, com a noiva e seu séquito sendo escondidos no apertado e indescritivelmente anti-higiênico compartimento secreto para contrabando de do cargueiro leve de um dos personagens, de maneira a escapar da fiscalização.

Finalmente, eles chegam ao planeta Procopia, onde aparentemente existe um grupo de resistência baseado no mesmo modelo da Aliança Rebelde, e que será essencial para que eles possam fazer da vida dos imperiais no Setor Tapani um verdadeiro inferno…

No próximo post eu mostro fichas, imagens e outros quetais de maior interesse da campanha.

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