Pensando no Futuro

Não é que eu tenha tempo sobrando nas mãos, mas existem, claro, intervalos ociosos na mente, seja durante o translado para o trabalho, nos intermináveis minutos de espera entre uma filmagem e outra ou ainda naqueles momentos durante a lavagem da louça, em que o tempo parece transformar-se diante dos seus olhos em uma entidade física. Não, eu não uso drogas há muito tempo, mas lavar louça é um negócio engraçado. Continue lendo

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Guerra nas Estrelas: Comando Rebelde, sessão 2

Após a chegada ao espaçoporto de Procopia, a galera resolveu passear de mag-trem e descobriu um ponto onde parecia provável encontrar um contato da célula rebelde local: o campus da Universidade de Entelle, centro secular de ensino do Sistema Tapani. Assim que conseguiram largar suas tralhas em um dos inúmeros alojamentos ao redor do campus (e verificar que havia um sem-número de bares e muquifos similares na área), eles dirigiram-se ao campus, entre grupos de estudantes e turistas. Não foi sem susto que viram dois jovens bem-vestidos iniciarem uma discussão que rapidamente degringolou em um duelo de sabres-de-luz! Jared identificou os sabres como sabres usados em treino, não tendo nem um décimo da capacidade destrutiva de um sabre-de-luz real. E também notou que os dois combatentes não tinham a menor idéia de como usar os sabres à maneira Jedi. Continue lendo

Guerra nas Estrelas: Comando Rebelde, Sessão 0 e 1

No retorno dos Sábados One More Time, uma palavra-chave para nossas sessões de jogo habituais após um longo inverno de incompatibilidade de dia e horário entre os membros do grupo, temos uma nova campanha, de Guerra nas Estrelas (ambientada durante os eventos de O Império Contra-Ataca), e que utiliza Risus como sistema.

O grupo é composto de recrutas ecléticos (para dizer o mínimo), que farão parte de uma unidade de comandos – tropas especiais – especializada em ataques cirúrgicos contra o império. Como é de praxe em uma campanha de Guerra nas Estrelas, a presença de dróides e naves espaciais é constante, e no caso de alguns personagens, parte integrante de suas fichas. Continue lendo

Jogo Como Jogo – não, não riam

Tem um RPG do S. John Ross, chamado Encounter Critical, uma espécie de jogo “falso”, que imita um dos vários clones do D&D nos seus primeiros anos de vida. Ele é maravilhosamente fake, imitando um scan feito de uma cópia xerox do jogo “original”, que é uma mistura das influências da época: Guerra e Jornada nas Estrelas, romances de fantasia, super-heróis, robôs, o diabo. O mapa e as ilustrações feitas pelos “autores” são uma atração à parte. Continue lendo

Old School, Retro-Clones e Swords & Wizardry, ou por que eu não jogava D&D

Pois é, eu não achava que ia chegar nesse ponto, mas parece que não tem jeito.

Vejam só – até um dia desses, eu era um jogador hardcore de GURPS – e ainda sou -, em especial porque foi neste sistema que me iniciei no RPG. E sempre joguei muito pouco (muito pouco mesmo, acho que uma meia-dúzia de aventuras, e nunca mestrei) da família do Dungeons & Dragons e sempre fui feliz assim, obrigado, apesar de apreciar muito alguns dos cenários mais bacanas, como Dark Sun, Ravenloft e Eberron. Continue lendo