Mini-Campanhas

Não sei se acontece com vocês, mas eu tenho um problema com campanhas longas – pois se não for algo que eu realmente queira rodar, vai estar fadado ao fracasso e esquecimento, logo, logo. Além disso, existem também os problemas com os jogadores: se eles também não gostarem dos personagens, ambientação, enredo, NPCs, o diabo, a campanha vai pro saco.

Assim, é muito mais negócio desenvolver uma campanha de vida curta (8-10 sessões), que além de reduzir o esforço de planejamento necessário (e me liberando para as coisas boas da vida, como passar mais tempo com minha família e minha temporada completa de Dennou Coil) , ainda permite que, caso a campanha decole, basta adicionar um pouco mais de trabalho ao que já está feito e seguir adiante. Assim, quando a minha campanha de até então (Shadow Chasers) naufragou devido à falta de alguns jogadores-chave, eu resolvi fazer uma pequena lista de pequenas campanhas para mestrar, mais ou menos na sequência a seguir, como se fossem o piloto de um seriado:

Bounty – Most Dangerous Prey Alive: um jogo sobre caçadores de recompensa profissionais – de supervilões, ou pelo menos supercriminosos. Quem já assistiu Domino, é só adicionar supervilões na mistura. Ou basta mudar o ângulo de Powers.

Voidwalker: na verdade, é um esboço de campanha de space opera hard sci-fi que eu desenvolvi o bastante para rolar alguma coisa. Combina coisas de jogos de ficção científica que eu gosto, como Transhuman Space, Eclipse Phase, algumas coisas do Alternity, e de romances de FC que eu leio e releio sem parar, como Revelation Space, Uplift War e qualquer coisa do Isaac Asimov, Larry Niven ou Frederik Pohl – basicamente, idéias novas de FC sobre conceitos antigos e batidos.

Horizonte Perdido: eu já quis – e tentei – fazer um jogo de RPG pós-apocalíptico, mas acabou não dando certo. Esta é uma tentativa melhorada. Qualquer influência de Fallout 3 não é mera coincidência…

Vigilante: eu já rodei uma espécie de “capítulo 1” desta campanha, que trouxe ao mundo o Galinha Negra (depois eu faço um post só sobre essa história). Eu queria fazer mais um capítulo sobre super-heróis (low-power, como Demolidor, Batman, Arqueiro Verde, Questão, Punho de Ferro e Justiceiro) obcecados, psicóticos e com uma sede de sangue ligeiramente maior que a de justiça…

Sombras de Babel: uma visão de Shadowrun passado em Metrópole, o maior megaplexo do mundo, localizado em Amazonia (antigamente conhecido como América Latina). A(s) editora(s) de Shadowrun está(ão) há anos tentando lançar um livro sobre a américa latina, algo como Shadows of South America, mas por algum motivo o material não sai do lugar. deve sr algum tipo de maldição. Mas com o pouco (pouquíssimo) que já saiu nos livros publicados desde a 2ª edição, dá pra pra ter uma idéia do que pode ser feito – e não é nada bonito, mas pode ser divertido. Quem já jogou cyberpunk comigo sabe o apreço que tenho em deixar os jogadores se fuderem divertirem à vontade neste ambiente.

Tem um jogo-surpresa

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