Fichas de Personagens

Eu adoro criar material para as campanhas: props, NPCs, notas e… fichas. Pois é. Muito embora cada sistema de jogo tenha sua ficha oficial, eu tenho esta percepção – ou desejo, sei lá – que o sistema de RPG, sua mecânica, deve ser adaptado não só ao seu grupo de jogo, mas à sua vontade, ao seu modo de mestrar.

Eu sou um mestre de GURPS tradicional, pelo menos na maior parte. Há sutilezas do sistema que não uso e provavelmente jamais usarei. Algumas são aplicada em determinadas campanhas, enquanto em outras não. Há aquelas que são usadas com grandes ou pequenas modificações, e até mesmo exatamente da forma como vem escrita no livro.

Mas ficha, ficha de personagem, para mim é uma coisa séria. Metade arte e metade técnica, ele me parece como um portfólio do sistema e da campanha que representa: entrega-me tua ficha de personagem e eu te direi como jogas. E não falo apenas do jogador. O GM, principal responsável pela execução das regras, é representado pels fichas. E o sistema que usam enquanto grupo de jogo. O que deverá existir nelas? Como serão mantidas? Como serão preenchidas? A lápis? Caneta? Computador?

No meu caso, as fichas primeiro passam por um processo de reflexão sobre o que vai ser usado na campanha. No meu caso, a primeira versão da ficha iria ser usada para um jogo de ação cinematográfica, com uma quantiade específica e limitada de vantagens, desvantagens e perícias. A estrutura da campanha faria com que o jogador, no momento da criação, não necessitasse escolher dúzias de perícias (a menos que desejasse) e vantagens. Ela deveria ter fácil visibilidade para seus elementos principais e seria preenchida à mão, já que eu havia fornecido um pequeno guia de criação de personagens aos jogadores, contendo cerca de 10 páginas e tendo tudo o que era necessário para o personagem.

Após as fichas serem preenchidas e usadas em umas duas ou três sessões de jogo, elas foram substituídas por uma versão menor, com metade do tamanho, onde havia apenas o espaço essencial para o conteúdo do personagem. Desta forma, era mais fácil de manusear e permitiria ao jogador encontrar rapidamente informações e estatísticas do personagem sem distrair-se com espaços irrelevantes ou não-preenchidos.

Como vocês fazem? Vocês chegam a se dar o trabalho?

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Oh, shit!

…alguém descobriu este blog. Meu deus, e eu que pensava estar pregando para as massas vazias do tempo de processamento dos servidores entre um erro de protocolo de transferência e outro…

Enfim, pelo menos tenho alguém a quem falar: se procura diários de campanha, vá no Shadow Chasers e tenha alguma gratificação RPGística gratuita.

Aqui só teremos bobagens.

Hello world!

Certo, galera, vamos ver se desta vez dá certo, certo?

Este blog é uma tentativa de me manter escrevendo sobre qualquer coisa, desde que me dê na telha e não ofenda (muito) a moral da família brasileira.

Inicialmente, ele terá um boa porção de informações sobre a atual campanha de RPG, Shadow Chasers, muito embora eu tenha pretensões de mantê-la em seu próprio espaço, mas isso é coisa para o futuro, quando terei mais tempo, juntamente com uma coletânea de opiniões indesejadas sobre o clima, a vida e os tempos em que vivemos.