Pelo Twitter, o Gabriel veio me avisar: Ghost/Echo. Um RPG gratuito de duas páginas que consegue ao mesmo tempo ser absurdamente enigmático e fuderoso. Graficamente, ele já começa bem, com um visual tecno-avant-garde enxuto e dinâmico, que destaca as características (ou seriam sugestões? Não, espere — é melhor insinuações) narrativas mais importantes, como pessoas, locais, criaturas e tesouros do universo de jogo. Mas onde? Por quê? Como?
Ele não responde. Ele pede que você complete os espaços vazios com sua imaginação, e meus amigos, estes espaços vazios são grandes. Maiores que a quantidade de perguntas sem responder durante a terceira temporada de Lost, ou que os furos de roteiro em Transformers 2. Mas talvez seja isso que faça esse RPG indie tão interessante. Os personagens parecem ser pessoas com a habilidade especial de acessar ou penetrar o Ghost World (mundo fantasma, seja lá o que isso queria dizer), onde eles aparentemente — entre outras coisas — procuram por tesouros que só existem ali. Continue Lendo



